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SOBRE A SOCIEDADE

A Society for Neuroncology Latin America (SNOLA) é uma organização sem fins lucrativos, multidisciplinar realizadora e participante de iniciativas relacionadas com pesquisa, discussões e eventos que abrangem a Neuro-Oncologia.

Por assumir o compromisso educacional, acadêmico e de integração profissional, temos como objetivo atualizar as diferentes especialidades médicas das áreas correlatas à neuronco visando seu desenvolvimento em nosso continente promovendo a excelência dos profissionais e dos tratamentos de nossos pacientes.

NOSSA MISSÃO

INTEGRAR

Integrar as especialidades e
sociedades relacionadas à Neuro-Oncologia;
Ser uma sociedade multidisciplinar dedicada a promover avanços em
Neuro-Oncologia através de pesquisa e educação na América Latina.

GERAR CONHECIMENTO

Fornecer ferramentas para maior entendimento dos tumores do SNC;
SNOLA CONSORTIUM (projeto de pesquisa);
Disponibilizar o acesso à Neuro-Oncology Magazine, palestras e vídeo-aulas;
Promover congressos e encontros científicos.

PROMOVER A EXCELÊNCIA

Colocar a Neuro-Oncologia da LATAM na vanguarda de tratamentos;
Melhorar resultados oncológicos dos pacientes com tumores SNC;
Trazer qualidade e pioneirismo para instituições parceiras, médicos e pacientes.

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IMMUNOTHERAPY FOR BRAIN METASTASIS

21 de janeiro de 2019
Brain metastasis represents one of the most devastating complications in advanced systemic cancers. The treatment of patients with brain metastasis remains an ongoing challenge. Historically, the major treatment approaches for brain metastases included surgery, radiation therapy (as whole brain radiation therapy and stereotactic radiosurgery) and chemotherapy. However, as genomic studies have revealed a number of clinically actionable mutations and we gain further insight in the molecular characteristics and the immune microenvironment of brain metastases, more and more therapeutic agents targeting molecular signaling pathways and immune responses in brain metastases are emerging. In recent years, immunotherapy has dramatically changed the landscape of treatment of patients with brain metastases. To date, immune checkpoint inhibitors such as ipilimumab targeting cytotoxic T-lymphocyte-associated antigen 4 (CTLA-4) as well as pembrolizumab and nivolumab targeting programmed cell death protein 1 (PD-1) are available for the treatment of patients with brain metastases. In a double-blinded phase-III trial in patients with unresectable stage III or IV melanoma, the CTLA-4-inhibitor ipilimumab was shown to improve overall survival (OS) (median 10.1 months), compared to treatment with the peptide vaccine gp100 alone (median OS 6.4 months, hazard ratio, 0.66; p=0.003). No difference in OS was observed between patients receiving ipilimumab alone and a combination of ipilimumab and gp100 (median OS 10 months, hazard ratio for death with ipilimumab plus gp100, 1.04; P=0.76).(1) Studies following these promising results included an open-label phase-II trial and two trials of the Italian Network for Tumor Biotherapy, NIBIT-1 and NIBIT2. The open-label phase-II trial by Margolin et al. investigated the response to treatment with ipilimumab in patients with neurologically asymptomatic melanoma brain metastases without corticosteroid treatment (cohort A) and neurologically symptomatic patients with melanoma brain metastases on a stable dose of corticosteroids (cohort B). After 12 weeks, systemic disease control was achieved in 18% of cohort A and in 5% of patients in cohort B. Intracranial response to treatment was achieved in 24% patients of cohort A and in 10% of cohort B.(2) In the open-label, single-arm phase-II trial NIBIT-1, patients with measurable, locally advanced, unresectable stage III or stage IV melanoma were included and received a combination therapy of ipilimumab and fotemustine. Intracranial disease control was achieved in 50% of participating patients with melanoma brain metastases. Median brain progression-free survival (PFS) in these patients was three months.(3) The authors subsequently published the three-year followup results of this study, revealing that patients with brain metastases treated with this combination had a median OS of 12.7 months.(4) These results set the foundation for the open-label, triple arm phase-III trial NIBIT-2, which aims to evaluate the OS of patients with melanoma brain metastases receiving either fotemustine only, a combination of ipilimumab and fotemustine or the combination of ipilimumab and nivolumab, which is currently recruiting participants (NCT02460068). The PD-1 inhibitors pembrolizumab and nivolumab are currently approved by the U.S. Food and Drug Administration (FDA) for the treatment of advanced nonsmall cell lung cancer (NSCLC), melanoma and renal cell carcinoma (RCC). An early analysis of an ongoing phase-II trial on pembrolizumab

UF Health Cancer Center Re-Match Clinical Trial

21 de janeiro de 2019
A research study for pediatric patients with Recurrent Medulloblastoma and Recurrent Cerebral Primitive Neuroectodermal Tumors (PNETs).  

SNO MEETING 2018 INTERNATIONAL TRAVEL SCHOLARSHIPS

4 de dezembro de 2018
SNO MEETING 2018 INTERNATIONAL TRAVEL SCHOLARSHIPS SUBMISSION DEADLINE JUNE 1, 2018 The Society for Neuro-Oncology is pleased to offer travel scholarships to applicants from low to middle income or developing nations to attend the 2018 Annual Scientific Meeting and Education Day, taking place on November 15 – 18, 2018 at the Marriott Hotel in New Orleans, Louisiana. A total of seven $1500.00 scholarships will be awarded at the discretion of the SNO International Outreach Committee to applicants in the following geographical regions (one per region): South America/Central America & the Caribbean, Central and Southern Africa, China & associated countries, Far East and Australasia, Indian Sub-Continent, North Africa & the Middle East and Eastern Europe. List of eligible countries within these regions are shown in the application document. For more information: https://www.soc-neuro-onc.org/SNO/2018Annual/International_Travel_Scholarships.aspx

HIGHLIGHT SNO 2016 (Português)

17 de novembro de 2016
Realizado do dia 17 a 20 de novembro, em Scottsdale no Arizona, o 21o Congresso da Society for Neuro Oncology (SNO). Com mais de dois mil inscritos de 42 países e 1024 abstracts enviados para o evento, este tornou-se o maior já realizado com foco em neuro oncologia. E as grandes vedetes da programação científica foram a novaclassificação da WHO para tumores do Sistema nervosa central e possível aplicação das diversas faces da imunoterapia no tratamento dos gliomas. Portanto, vamos aos principais trabalhos apresentados: 1) Prospective, multicentered phase III trial of tumor treating fields together with temozolamide (TMZ) compared to Temozolamide alone in patients with newly diagnosed glioblastoma. Atualização do estudo com dados preliminares publicados no JAMA em 2015, agora com dados de todos os 695 pacientes e com follow up médio de 36 meses. Pacientes com glioblastoma recém diagnosticado eram randomizados, após término da radioterapia concomitante a temozolomida, a fazer uso do NovoTTF (tumor treating fields) associado a temozolomida ou temozolomida isolada. Os dados de sobrevida global mostram um ganho de 5 meses (21 vs. 16) em favor do TTF e de sobrevida livre de progressão de 2.7 meses (6.7 vs 4), transformando assim esse esquema como o novo padrão de tratamento de GBM. Mais impressionante é o dado de 42,5% dos pacientes vivos em 2 anos, contra 30% no grupo de temozolomida isolado. Os principais efeitos colaterais foram relacionados ao uso do dispositivo, como dermatite em couro cabeludo. Vale lembrar que foram randomizados apenas pacientes com glioblastomas supratentorias. Infelizmente, trata-se de tratamento ainda muito caro e indisponível no Brasil. O estudo já está disponível em publicação: http://neurooncology.oxfordjournals.org/content/18/suppl_6/i1.abstract?sid=d6daa71e6132-4594-956c-1f3de9e46ed0 2) ACT IV: An international, double-blind, phase 3 trial of rindopepimut in newly diagnosed, EGFRvIII-expressing glioblastoma Dados atualizados do estudo com rindopepimut em primeira linha para pacientes com expressão do EGFR variante III, após interrupção em março de 2016 por futilidade em análise de interim. Neste estudo, pacientes que iniciavam temozolomida adjuvante pós radioquimioterapia recebiam injeções de rindopepimut (peptídeo conjugado com capacidade de gerar resposta imune ao antígeno EGFRvIII) associado a GCSF (fator estimulador do crescimento de colônias) ou apenas uma vacina controle. Não houve ganho de sobrevida, com SG de 20.1 meses com rindopepimut contra 20 meses do controle. Não houve subgrupo com benefício do uso do peptídeo, a não ser os pacientes com doença bulky pós operatória, mas que os próprios autores imaginam ser por erro de análise estatística e não dado real, já que não se correlaciona com dados de biomarcadores imunes coletados. O mais chamativo neste estudo é a sobrevida do grupo controle de 20 meses, algo que não é comum no tratamento padrão do glioblastoma multiforme. A conclusão é que não há papel para o uso do rindopepimut em primeira linha, mas frente aos dados do fase II deste conjugado associado a bevacizumabe em pacientes com recidiva ou progressão de doença, deve-se aprofundar os estudos neste cenário. 3) Results of the phase Ib KEYNOTE-028 multi cohort trial of pembrolizumab monotherapy in patients with recurrent PD-L1-positive glioblastoma multiforme

PARCEIROS E PATROCINADORES